O campo da Fé
De um lado, temos o decreto do Governo Federal reconhecendo o funcionamento das igrejas como serviço essencial à vida, liberando a execução de cultos desde que respeitadas as recomendações profiláticas do Ministério da Saúde. Do outro, temos o governador estadual desacreditando os decretos e recomendações oficiais do Governo Federal, sugerindo que as igrejas permaneçam fechadas.
Um dia após esse embate, um juiz da 1ª Vara Federal de Duque de Caxias (RJ), suspendeu a aplicação do decreto federal que incluí igrejas como serviços essenciais que poderiam ficar abertos durante a quarentena. Em sua sentença, o magistrado afirma que classificar as atividades de igrejas como essenciais é "ferir de morte a coerência que se espera do sistema jurídico, abrindo as portas da República à exceção casuística e arbitrária, incompatível com a ideia de democracia e Estado submetido ao império do Direito".¹
Quer dizer que a Igreja abrir suas portas num momento de calamidade pública é uma ação "incompatível com a ideia de democracia e Estado submetido ao império do Direito"?
Um dia após esse embate, um juiz da 1ª Vara Federal de Duque de Caxias (RJ), suspendeu a aplicação do decreto federal que incluí igrejas como serviços essenciais que poderiam ficar abertos durante a quarentena. Em sua sentença, o magistrado afirma que classificar as atividades de igrejas como essenciais é "ferir de morte a coerência que se espera do sistema jurídico, abrindo as portas da República à exceção casuística e arbitrária, incompatível com a ideia de democracia e Estado submetido ao império do Direito".¹
Para além da legítima análise que deve ser feita sobre a possibilidade de um juiz de 1ª Vara ter condições de suspender um decreto do poder Executivo em seu mais alto escalão, quero chamar atenção para a seguinte expressão descrita na sentença:
"...incompatível com a ideia de democracia e Estado submetido ao império do Direito."
Quer dizer que a Igreja abrir suas portas num momento de calamidade pública é uma ação "incompatível com a ideia de democracia e Estado submetido ao império do Direito"?
Povo de Deus, acorde!
Estamos no centro de uma disputa de poder que traz implicações espirituais e naturais para nossa nação.
É tempo da Igreja se unir e cultuar ao Rei dos Reis, Senhor dos senhores, único digno de adoração.
Lembremo-nos de Paulo quando nos disse que "...o viver é Cristo e o morrer é lucro."
Estamos no centro de uma disputa de poder que traz implicações espirituais e naturais para nossa nação.
É tempo da Igreja se unir e cultuar ao Rei dos Reis, Senhor dos senhores, único digno de adoração.
Lembremo-nos de Paulo quando nos disse que "...o viver é Cristo e o morrer é lucro."
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¹fonte: https://www.conjur.com.br
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